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quinta-feira, 26 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Bullying escolar: valentões X nerds
Desde quando o mundo é mundo, existe o chamado bullying - termo do inglês usado para descrever algum tipo de violência física ou psicológica gerada por um valentão (bully) contra uma pessoa ou um grupo de pessoas que não podem se defender - escolar, onde o grupo de pessoas mais fortes ou mais impositoras se aproveitam da fragilidade ou o medo de outro grupo para os agredir tanto fisicamente quanto psicologicamente.
Bullying escolar
O mais intrigante disso tudo é que o grupo mais atingido pelo bullying são os "nerds", que por serem poucos sociáveis e mais tímidos, fazem com que os "valentões" os façam de "vítimas" para seus atentados. Muitos tentando zelar por sua segurança, informam a diretoria de sua escola, que por muitas vezes não levam a diante a busca por ajuda do aluno assim levando-o a continuar sofrendo agressões até o ponto em que o aluno muda de escola ou até de cidade.
Muitos, às vezes, acham que o melhor a fazer é enfrentar os valentões, mas depois acabam sofrendo mais ainda. Outros tentam se reconciliar com esses valentões, mas as probabilidades de isso dar certo são mínimas, o que torna-se um motivo a mais para os valentões gozarem do mesmo.
Pode até parecer que a vida de um valentão é uma maravilha, mas não é. Além de dormir com o sentimento ruim na cabeça, os valentões muitas vezes tem de enfrentar expulsões do colégio - tendo em vista que muitas vezes os outros colégios não o aceitam e o mesmo passa a ficar sem colégio -, futuros problemas para entrar em faculdades e empregos, rejeitação entre os colegas e até problemas psicológicos. Coitados? Não, merecem!
Grande parte das vezes estes garotos (valentões) usam da força para desencadear o ódio existente entre eles, seja por mal tratamento no colégio, pelos amigos, pela família, etc. Já vi casos onde um bullying gerou um valentão a mais, segundo ele, pelo ódio, pela vontade de vingança, pela indignação depois de 2 anos sendo agredido física e psicologicamente pelos outros. Tal acontecimento é tanto lamentável, pois com isso ao em vez de se livrar do mal, você estará virando o mal e assim indo contra o famoso ensinamento: "Não farás aos outros, o que não queres que façam a ti".
Agora, eis a questão:
Como combater o bullying?
Fale com seu diretor, reúna pessoas, faça um protesto, talvez isso chame a atenção de alguém que possa ajudar.
sábado, 14 de maio de 2011
"Bullying" É um tipo de abuso cometido contra pessoas com objetivo de humilhá-las, disfarçado de brincadeira.
Alguns casos de bullying que terminaram em tragédia:
Colorado (EUA), 1999
Os estudantes da Columbine High School, Eric Harris, 18 anos, e Dylan Klebold, 17, mataram 12 colegas e um professor e cometeram suicídio em seguida. A história motivou o documentário ‘Tiros em Columbine’, de Michael Moore, que ganhou o Oscar em 2003.
São Paulo, 2003
Edmar Aparecido Freitas, 18 anos, era motivo de zombaria dos colegas de classe desde os sete anos de idade. Em 2003, ele foi ao colégio em que estudou armado com um revólver, atingiu nove pessoas e depois se matou.
Virgínia (EUA), 2007
O estudante coreano Cho Seung-hui, 23 anos, invadiu a universidade de Virgínia Tech, nos Estados Unidos, matou 30 pessoas e se suicidou.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Bullying - Definição, Tipos, Causas e Consequências
Bullying é a prática repetitiva de violência física ou psicológica de um grupo de alunos contra uma única vítima ou um grupo pequeno de vítimas.
O bullying pode ser do tipo verbal, quando os agressores utilizam apelidos constrangedores, espalham calúnias ou fazem piadas com características físicas ou comportamentais da vítima. Pode ser também do tipo físico, quando ocorrem agressões físicas repetitivas como tapas, chutes, empurrões, etc. Neste caso, ainda que as agressões não causem lesões graves, elas têm o intuito de humilhar a vítima, fazendo com que se sinta frágil e inferior. Há ainda o bullying emocional quando, por meio de fofocas e mentiras, a vítima é colocada em situação constrangedora ou de exclusão social. Também se fala muito no cyberbullying, quando a difamação e as ofensas são praticadas por meio da internet, em sites de relacionamento, por e-mail, etc.
Qualquer pessoa pode se lembrar de ter presenciado casos de bullying nas escolas em que estudou. Sempre existem alguns alunos que são ridicularizados por suas características físicas e/ou comportamentais. Muitos jovens participam sem ter muita percepção da gravidade do que estão fazendo.
O bullying tem muitas conseqüências negativas para o ambiente escolar, como o crescente desrespeito do grupo de agressores em relação aos professores e materiais da escola; a dificuldade em trabalhar de forma coletiva e coesa com a turma de alunos; e o clima de insegurança e medo.
Para ajudar a combater a prática de bullying, o professor deve estar sempre atento para detectar indícios de que tal prática possa estar ocorrendo. Caso perceba isso, deve apoiar as vítimas para que denunciem os abusos sofridos, além de repreender e penalizar os agressores. Por outro lado, o professor também deve trabalhar em sala sobre as diferenças que existem entre as pessoas, desenvolvendo nos alunos valores como a compreensão e o respeito. Esse tipo de trabalho serve também para ajudar os alunos a desenvolverem sua auto-estima e sua estrutura emocional, o que os deixa menos vulneráveis ao bullying.
O bullying pode ser do tipo verbal, quando os agressores utilizam apelidos constrangedores, espalham calúnias ou fazem piadas com características físicas ou comportamentais da vítima. Pode ser também do tipo físico, quando ocorrem agressões físicas repetitivas como tapas, chutes, empurrões, etc. Neste caso, ainda que as agressões não causem lesões graves, elas têm o intuito de humilhar a vítima, fazendo com que se sinta frágil e inferior. Há ainda o bullying emocional quando, por meio de fofocas e mentiras, a vítima é colocada em situação constrangedora ou de exclusão social. Também se fala muito no cyberbullying, quando a difamação e as ofensas são praticadas por meio da internet, em sites de relacionamento, por e-mail, etc.
Qualquer pessoa pode se lembrar de ter presenciado casos de bullying nas escolas em que estudou. Sempre existem alguns alunos que são ridicularizados por suas características físicas e/ou comportamentais. Muitos jovens participam sem ter muita percepção da gravidade do que estão fazendo.
O bullying tem muitas conseqüências negativas para o ambiente escolar, como o crescente desrespeito do grupo de agressores em relação aos professores e materiais da escola; a dificuldade em trabalhar de forma coletiva e coesa com a turma de alunos; e o clima de insegurança e medo.
Para ajudar a combater a prática de bullying, o professor deve estar sempre atento para detectar indícios de que tal prática possa estar ocorrendo. Caso perceba isso, deve apoiar as vítimas para que denunciem os abusos sofridos, além de repreender e penalizar os agressores. Por outro lado, o professor também deve trabalhar em sala sobre as diferenças que existem entre as pessoas, desenvolvendo nos alunos valores como a compreensão e o respeito. Esse tipo de trabalho serve também para ajudar os alunos a desenvolverem sua auto-estima e sua estrutura emocional, o que os deixa menos vulneráveis ao bullying.
Bullying é utilizado para descrever actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo ou grupo de indivíduos que não sejam capazes de se defender.
Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo próximo, devido a uma característica única dele. ás vezes,é feito por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, como um nariz deformado ou pequeno,ou grande,etc. e as vezes a alcunha é dita por alguêm que não é amigo sequer da pessoa.Uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).
O Bullying é mais frequente em crianças e nas Escolas mas também existe o "Bullying Adulto", que é quando um adulto sofre de Bullying no local de trabalho
terça-feira, 10 de maio de 2011
Um chato perturbando! (Bullying)
Acho que não existe nenhuma pessoa que não tenha sofrido bullying na sua adolescência,certo?Até Barack Obama recentemente dize que sofreu bullying,por causa de suas orelhas(coitadinho).Até aquela pessoa linda,maravilhosa,quase perfeita, acredite ela também já sofreu bullying, mesmo que por um "defeito" mínimo esse "defeito" não passou despercebido pelo aquele sujeito que adora humilhar as outras pessoas(conheço uma assim).Quem nunca estudou com um idiota que ficou te enchendo o saco ou que ficou enchendo o saco dos outros?
Não sei,mas acho que essas pessoas sentem prazer em humilhar as pessoas,elas fazem isso porque são pessoas frias e fazem isso para se sentir melhor.O melhor que uma pessoa que sofre bullying tem para fazer é ignorar e mostrar que você é superior a ela,pois se aquele sujeito se incomoda tanto com você a ponto de não te deixar em paz e porque tem alguma coisa em você que ele não tem é queria ter. Pense nisso e seja superior!
.TJ-RJ condena escola a indenizar em R$ 35 mil, família de vítima de bullying
BULLYING
A Justiça do Rio condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade a indenizar em R$ 35 mil reais a família de uma ex-aluna que foi vítima de bullying dentro da escola. Segundo o Tribunal de Justiça, na quarta-feira (30), a 13ª Câmara Cívil negou por unanimidade um recurso do colégio e manteve a sentença expedida em 2009, que prevê o pagamento de R$ 15 mil para a vítima e mais R$ 20 mil para seus pais. Procurado pelo G1, o colégio ainda não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com o processo, o caso aconteceu em 2003, quando a menina, aos 7 anos, sofreu agressões físicas e psicológicas de colegas. Dentre as agressões, o documento destaca o dia em que a criança foi espetada na cabeça por um lápis, que foi arrastado provocando arranhões.
No documento ainda consta que outras crianças também foram vítimas de agressões dentro da escola e que um grupo de mães chegou a entregar um ofício à direção da escola solicitando providências.
No processo, a escola se defendeu alegando ter tomado todas as medidas pedagógicas merecidas pelo caso, porém não entendeu ser conveniente o afastamento dos alunos da escola, sendo os mesmo acompanhados por psicólogos, bem como os responsáveis chamados ao colégio.
Em seu voto, o relator do processo, desembargador Ademir Pimentel, disse que "documentos comprovam várias reclamações formuladas não só pelos pais da menor, como por pais de outros alunos que também eram vítimas das agressões, mas o colégio foi omisso na resolução do problema".
Consulta a médicos
As agressões influenciaram bastante no comportamento da vítima. De acordo com o relato da família no processo, a criança passou por vários médicos que constaram que "a menina tinha manifestações fóbicas, com dificuldade de ir para a escola, e problema específico com dois colegas do sexo masculino".
Além da questão da frequência escolar, a criança também passou a sofrer de insônia, terror noturno e outros sintomas como enxaqueca e dores abdominais, tendo que ser submetida a tratamentos com antidepressivos.
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